Cara ou crachá? Os desafios de ser empreendedor ou colaborador

cara ou crachá

Primeiramente, estou feliz com o espaço dado para compartilhar pensamentos com o Oportunaidade e seus leitores!

Gosto de contar histórias e pretendo dividir e ler aqui muita coisa.

Questão: ser “a cara” do próprio negócio ou simplesmente um crachá dentro de uma empresa?

Esta é uma dúvida que passa pela mente de muitos. E cada vez mais pessoas em momentos diferentes questionam suas decisões de carreira.

Algumas mudanças provocamos, outras nos pegam de surpresa. Mas sempre acontecem em nossas vidas. Alguns de nós somos mais abertos a elas, outros avessos e se sentem desconfortáveis. Afinal, dizem que toda mudança assusta ou que leva um tempo para nos  acostumarmos.

Pode ser que um belo dia você acorde e decida tomar a decisão que há muito planeja: de se desligar do atual emprego, empreender um negócio próprio ou entrar como sócio em outro; virar consultor ao invés de seguir ordens de algum chefe com quem, muitas vezes, “os santos não batem” ou dar um tempo tirando um sabático e visitar lugares que sempre sonhou. Outras vezes, nem sabemos de onde veio a bordoada, simplesmente o lugar para o qual doamos o sangue nos demite, corta aquele vínculo ao qual tanto valor era dado.

Eu já passei por todas essas experiências!

A diferença que senti foi de como me portei diante de cada situação, de como encarei as mudanças e nenhuma foi fácil. Por mais que consideramos que estamos experientes e maduros, sempre há uma nova lição a aprender.

O que penso é que cada momento, cada passo, é único. Não existe manual ou regras pré-definidas.

Tento relembrar que sempre é preciso parar diante de qualquer situação, tentar olhar com certa distância, respirar fundo, refletir, pensar e somente depois decidir. Tomei este processo como um ritual, algo para própria proteção, evitando mais erros.

Atualmente estou como colaborador de uma empresa, depois de ter meu próprio negócio. Não sinto como fracasso. Pelo contrário, até como sucesso, por ter conseguido uma recolocação rápida em período tão tenso no país. Isso depois de ter ficado 3 anos afastado do mercado, num período sabático e depois de ter aberto uma agência de design e criação. Recebi o convite de uma empresa com a qual me identifico, conheço o mercado e tenho segurança do que faço; existe confiança mútua entre eu e a direção.

O clima? Somos nós que fazemos e interagimos. Hoje sou menos afetado pelo mundo externo, pois desenvolvo o meu interior.

Problemas? Claro que existem! Mas como tudo, a diferença é como você os encara.

Sucesso para todos nos projetos de vida!

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