Elegância: Quando Menos é Mais.

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Na edição passada demos algumas dicas para as mulheres; hoje eu ainda vou falar desse assunto, e comentar um pouco sobre as opções masculinas.

Meninas: cuidado com o caimento/ modelagem da peça que você usa para trabalhar! Decotes, fendas, roupas justas demais, transparentes ou de materiais inadequados (moletom, malha, sintéticos, cores berrantes) podem passar um impressão de vulgaridade ou descuido. Lembre-se que você está naquela atividade para contribuir com o seu intelecto, e não para chamar atenção! (A menos que você seja modelo, estilista, atriz ou artista plástica). Se você vai para uma balada ou happy hour depois do trabalho, leve um kit básico: sapato de salto + nécessaire com maquiagem que você usa + blusa ou acessórios (brincão, pulseirão, colarzão).

Outro ponto polêmico é o brilho; sei que ele foi muito valorizado há uns 2 ou 3 anos, e até mais tolerado durante o dia. Mas o efeito do brilho está mais ligado à noite, à luz artificial, à festa e à balada, ou seja, é um tema que lembra tudo menos seriedade. Além do que, quando usado em excesso, proporcionar um look meio “perua”, aquela coisa meio excessiva… Eu sugiro que seja usado de noite mesmo, a partir do happy hour. No caso dos acessórios, evite misturar dourado e prateado (a menos q a peça em questão já seja assim). Pense também nas suas atividades: ficar chacoalhando um monte de pulseiras, ou empilhando anéis na mesa para poder digitar é chato, além de incômodo para os outros. Seja prática. No horário comercial, “menos é mais”…

Meninos: ousar ou não, eis a questão

A moda masculina sempre foi muito mais restrita em função de razões históricas. Pensando que até o começo do séc XX os homens eram “do mundo”, enquanto as mulheres eram “da casa” – determinando para os homens roupas mais funcionais e para elas roupas mais decorativas e cheias de detalhes – o guarda-roupa masculino sempre esteve mais ligado aos uniformes e atividades práticas. Assim, calças, jaquetas, ternos, camisas e outras peças de hoje derivam dos antigos uniformes militares, da cavalaria e dos aviadores; das roupas na nobreza ou mesmo da classe trabalhadora – que precisava montar a cavalo, caçar, cultivar a terra e viajar.

 

Enquanto para a mulher não se questiona se a roupa é suficientemente feminina ou não, a moda masculina esbarra em restrições ligadas à sexualidade: cores, formas e combinações seriam “mais ou menos masculinas”. Alguns estilistas brasileiros até tentam quebrar essa barreira ousando novas modelagens, como as saias “kilt”, a cor e as estampas, mas não é o que a gente vê nas ruas.

Não quero entrar nessa polêmica, mas apenas demonstrar sua influência nas escolhas e uso do vestuário. Assim, se você trabalha num ambiente convencional, ou vai frequentar lugares onde terá contato com pessoas convencionais, ainda valem as regras do que chamamos de “clássico”: os ternos. Vamos falar mais sobre eles na próxima!

Foto: Cortesia da FreeDigitalPhotos.net

Fonte da divulgação:

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