Eu Contra o Mundo: Quando o Gosto Pessoal se Choca com o Gosto Médio

Eu Contra o Mundo: Quando o Gosto Pessoal se Choca com o Gosto Médio

Como dissemos na primeira matéria, a roupa é uma linguagem e, portanto, depende do lugar ou contexto onde estamos para sabermos o que devemos falar. Geralmente, ao entrarmos no mundo do trabalho nos deparamos com ambientes bem menos casuais do que a escola, faculdade ou família; precisamos aprender logo “que língua se fala” nesses novos ambientes e as pessoas com quem vamos interagir, pois em reuniões, eventos ou mesmo na interação com o chefe, não queremos que ele repare mais no que estamos usando do que no que estamos dizendo…

Isso não significa que precisamos abrir mão do que somos, mas é um momento em que começamos a ser influenciados pelas convenções, os critérios de adequação, “bom gosto” e coerência entre a roupa e seu uso, o que somos e o papel que desempenhamos naquele ambiente ou contexto. O “gosto médio”, citado no título, é aquilo que parece razoável para a maioria das pessoas, alinhado com a sua idade, físico, atividade e ambiente que frequenta.

Eu me lembro de um diretor, na empresa em que eu trabalhava, que parou uma reunião para perguntar “Por que eu tinha pintado as unhas de azul?”, quando essa cor não era nada comum… Ele era uma pessoa bem humorada, comentou que a cor “era muito moderna, devia ser usada em Londres!”, mas isso não evitou que pessoas mais sisudas da equipe fizessem comentários maldosos do tipo: “Ah, no final da semana é Carnaval!”.

Constrangimentos à parte, começaremos a dar algumas dicas para não errar na hora de se vestir para situações mais convencionais; isso não impede que você tenha seu próprio estilo, assunto que vamos abordar mais adiante. Lembre-se que você está “comunicando” algo para quem te vê:

 

Mulheres

O Brasil já tem a particularidade de ser um país quente, que culturalmente valoriza muito a juventude e a beleza; mas isso não quer dizer que, na hora do trabalho, devemos abusar dos decotes e minisaias! Pode até ficar bonito em você, mas a situação pede um pouco mais de reserva; ou senão você corre o risco de receber cantadas que, em se tratado se chefes, clientes ou mesmo amigos destes, vão te colocar numa saia justa que você não escolheu!

Dizem que o comprimento acima do joelho é adequado até os 30 anos; eu concordo, mesmo que você tenha pernas bonitas. Deixe a bermuda jeans, os shorts e outras opções curtinhas para o fim de semana.

No outro extremo, roupas clássicas demais como terninhos, blazers, saias retas, twin sets “envelhecem” e deixam a roupa mais “careta”; mas podem ser exigidos dependendo da área de atuação: no Direito, Saúde, áreas que lidam com público ou que tem características culturais muito próprias, como instituições religiosas. Vale o ditado “Em Roma, faça como os romanos”, ou seja, observe o ambiente e siga a regra, para não destoar. Mas você ainda pode dar um toque pessoal num acessório, como relógios, bijuterias e bolsas, sem exagerar.

 

Fonte da divulgação:

http://

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